COM MÚSICA
Não consigo sequer imaginar o sofrimento, a violência que seja nascer.

A partir daí a vida é uma sucessão de prazer e dôr… um electrocardiograma até ao fim.
Como dizia o saudoso Herman “a vida é como os interruptores, umas vezes para cima, outras vezes para baixo…” ; )
É utópico pensar que se consiga passar pela vida sem sofrimento, sem problemas, sem tristezas… podem ser maiores ou menores, mais ou menos frequentes, mas virão sempre ao nosso encontro, quer queiramos quer não.
Infelizmente, tenho a sensação de que o ser humano lhes dá muito mais importância do que aos momentos em que está de facto “bem”.
Ora pensem no que sentem quando estão com dores e o analgésico começa a fazer efeito, quando conseguem finalmente resolver algum stress de trabalho, quando chega o fim dos conflitos numa separação, quando voltam a poder usar um membro que por alguma razão esteve imobilizado…
É nessas alturas que damos realmente valor ao nosso bem estar.
Temos viva na memória a dôr, o sofrimento e agradecemos o seu alívio.
Quando está tudo bem, muitas vezes nem nos damos conta de que estamos de facto bem. Tendêncialmente só damos valor ás coisas quando as perdemos.
Ora não tem de ser assim… podemos “forçar” um pré-alívio.
Podemos impor-nos a consciência do nosso bem estar, por forma a podermos goza-lo em pleno.
Os momentos em que estamos bem não passam de antecâmaras dos momentos em que vamos, obrigatoriamente, por qualquer razão, estar mal. Se os aproveitarmos completamente estaremos emocionalmente muito mais fortes para encarar as adversidades da vida.
Se estivermos constantemente conscientes da inevitabilidade destas, de que é só uma questão de tempo, de que mais tarde ou mais cedo alguma coisa nos há de “cair em cima”, porque simplesmente é assim que as coisas funcionam, porque a vida não é um mar de rosas, então poderemos aproveitar os bons momentos com o mesmo “alívio” com que os aproveitamos no “pós-tempestade”.
O mundo não é um lugar seguro… há doenças por aí à espreita, acidentes, incidentes… Nunca sabemos quando nos vão apanhar de surpresa, a nós ou áqueles de quem gostamos o que, no que nos diz respeito, vai dar ao mesmo.
Não sei se conhecem aquele video (mandaram-mo por mail mas não consegui encontra-lo no Youtube) do cego que está a pedir na rua. Ninguém lhe dá nada. Um tipo com ar de executivo (provávelmente de marketing… lol) passa por ele, pára e escreve-lhe qualquer coisa no cartaz. A partir daí as pessoas começam a atirar-lhe moedas para a lata…
No cartaz ele escreveu: “Está um dia lindo e eu não posso vê-lo…”
Nós, que o podemos fazer, muitas vezes nem sequer o apreciamos…
Se estivermos atentos aos pequenos prazeres da vida, ás coisas boas que temos, enquanto as temos, se as soubermos apreciar, se lhes soubermos dar valor, seremos garantidamente muito mais felizes.
Para isso ajuda olharmos à nossa volta… termos consciência daquilo que temos e muitos não têm, como é o caso da visão no meu exemplo.
Há tanta coisa horrível por aí… situações das quais não estamos livres… os “acidentes” não acontecem só aos outros… Todos nós já fomos confrontados com a dôr, física ou psicológica… e muito provavelmente voltaremos a sê-lo repetidamente até ao fim dos nossos dias. Aproveitemos então ao máximo todos os momentos em que isso não acontece.

This one is for you, Blondie ;)

A partir daí a vida é uma sucessão de prazer e dôr… um electrocardiograma até ao fim.
Como dizia o saudoso Herman “a vida é como os interruptores, umas vezes para cima, outras vezes para baixo…” ; )
É utópico pensar que se consiga passar pela vida sem sofrimento, sem problemas, sem tristezas… podem ser maiores ou menores, mais ou menos frequentes, mas virão sempre ao nosso encontro, quer queiramos quer não.
Infelizmente, tenho a sensação de que o ser humano lhes dá muito mais importância do que aos momentos em que está de facto “bem”.
Ora pensem no que sentem quando estão com dores e o analgésico começa a fazer efeito, quando conseguem finalmente resolver algum stress de trabalho, quando chega o fim dos conflitos numa separação, quando voltam a poder usar um membro que por alguma razão esteve imobilizado…
É nessas alturas que damos realmente valor ao nosso bem estar.
Temos viva na memória a dôr, o sofrimento e agradecemos o seu alívio.
Quando está tudo bem, muitas vezes nem nos damos conta de que estamos de facto bem. Tendêncialmente só damos valor ás coisas quando as perdemos.
Ora não tem de ser assim… podemos “forçar” um pré-alívio.
Podemos impor-nos a consciência do nosso bem estar, por forma a podermos goza-lo em pleno.
Os momentos em que estamos bem não passam de antecâmaras dos momentos em que vamos, obrigatoriamente, por qualquer razão, estar mal. Se os aproveitarmos completamente estaremos emocionalmente muito mais fortes para encarar as adversidades da vida.
Se estivermos constantemente conscientes da inevitabilidade destas, de que é só uma questão de tempo, de que mais tarde ou mais cedo alguma coisa nos há de “cair em cima”, porque simplesmente é assim que as coisas funcionam, porque a vida não é um mar de rosas, então poderemos aproveitar os bons momentos com o mesmo “alívio” com que os aproveitamos no “pós-tempestade”.
O mundo não é um lugar seguro… há doenças por aí à espreita, acidentes, incidentes… Nunca sabemos quando nos vão apanhar de surpresa, a nós ou áqueles de quem gostamos o que, no que nos diz respeito, vai dar ao mesmo.
Não sei se conhecem aquele video (mandaram-mo por mail mas não consegui encontra-lo no Youtube) do cego que está a pedir na rua. Ninguém lhe dá nada. Um tipo com ar de executivo (provávelmente de marketing… lol) passa por ele, pára e escreve-lhe qualquer coisa no cartaz. A partir daí as pessoas começam a atirar-lhe moedas para a lata…
No cartaz ele escreveu: “Está um dia lindo e eu não posso vê-lo…”
Nós, que o podemos fazer, muitas vezes nem sequer o apreciamos…
Se estivermos atentos aos pequenos prazeres da vida, ás coisas boas que temos, enquanto as temos, se as soubermos apreciar, se lhes soubermos dar valor, seremos garantidamente muito mais felizes.
Para isso ajuda olharmos à nossa volta… termos consciência daquilo que temos e muitos não têm, como é o caso da visão no meu exemplo.
Há tanta coisa horrível por aí… situações das quais não estamos livres… os “acidentes” não acontecem só aos outros… Todos nós já fomos confrontados com a dôr, física ou psicológica… e muito provavelmente voltaremos a sê-lo repetidamente até ao fim dos nossos dias. Aproveitemos então ao máximo todos os momentos em que isso não acontece.

This one is for you, Blondie ;)





















